As Emoções da Infância que Afetam a Vida Adulta

5 de março de 2017

Mente1 Você já se perguntou a razão de termos em alguns momentos, sérias inquietações? Nossa alma parece escurecer, sentimos insegurança e medo? Não conseguimos evitar sermos inflamados por emoções e pensamentos negativos, sendo arrastados por eles? A consequência é termos comportamentos que nos prejudicam e nos trazem muito arrependimento! Salmo 139.23 “Sonda-me ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me, e conhece as minhas inquietações”.

Nem sempre conseguimos evitar algumas emoções; mas podemos controlá-las e regulá-las. (Gn 4.7 “…eis que o pecado jaz a porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”. Mc 14.38 “Vigiai e orai…; Tg 4.7 “Resisti ao diabo…”).

Marcas na infância

A criança é instruída pelos pais, nos aspectos positivos e negativos.

Pv 22.6 “Educa a criança no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele”.

A criança é mais vulnerável ao ambiente.

Ela é um ser em desenvolvimento. Jesus deu especial atenção às crianças (Jo 18.2a,5), destaca sua fragilidade (Jo 18.2b-4), que Deus julgará aqueles que lhes fizerem mal (Jo18.6) e o quanto Ele as valoriza. (Jo 18.14).

Os problemas vividos na infância podem provocar cicatrizes emocionais.

Comprometem até a vida do adulto (ex: Esaú e Jacó). Mas nas mãos de Deus, há transformação (ex: José do Egito). As feridas emocionais provocam uma série de características na estrutura psicológica, que podem impedir o desfrutar de uma vida abundante (Jo 10.10). Provocam vários sintomas emocionais e psicossomáticos (que começam na mente e afetam o corpo) na vida adulta. Podem trazer percepção distorcida, principalmente em 3 aspectos:

– Não sou capaz o suficiente!

– Não sou amado!

– Não me sinto livre!

QUATRO MEDOS DA INFÂNCIA QUE AFETAM A VIDA ADULTA

As experiências que tivemos na infância moldam nossa vida adulta. Examine estas reações do passado e como estão afetando sua vida hoje. Depois trabalhe com elas, a fim de sentir-se bem com você, com as pessoas e com Deus.

  1. Medo do Abandono:

Fruto de afastamento ou partida de alguém, sentimento de desamparo, desprezo, descuido, negligência, rejeição, repúdio, descaso, desproteção, desdém, desinteresse, esquecimento, desatenção, etc.

  1. Medo de Rejeição:

Sentir-se não acolhido, excluído, reprovado, colocado de lado, por fora do contexto, renegado, recusado, vetado, etc.

  1. Medo da Humilhação:

Lembranças de ter sido envergonhado, provocado, pressionado, diminuído, violentado, ultrajado, aviltado, zombado, deixado cabisbaixo, passado por algum vexame, sentir-se oprimido, etc.

  1. Medo da Injustiça:

Talvez como vítima de arbitrariedades, desigualdades, desrespeitos, ilegalidades, iniquidades, abusos, parcialidades, tendenciosidades, etc.

A Solução

Hoje somos adultos e maduros – não somos mais crianças! Mesmo tendo sofrido fortes feridas emocionais na infância, agora temos condições de descobrir e separar as emoções e situações vividas no passado com as experiências atuais. “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino” (1Co13.11).

Sentir tristeza, lamentar pelo que aconteceu com você, é perfeitamente natural. “A tristeza segundo Deus gera arrependimento…” (2Co 7.10). Mas não deixe que o passado domine e controle o seu presente. “Não seja… consumido por excesso de tristeza” (2Co 2.7).

Somos capazes de ver nossa família, amigos e outras pessoas que nos prejudicaram, como elas são e com suas limitações. “Todavia, não há um justo só na terra, ninguém que pratique o bem e nunca peque” (Ec 7.20). É preciso agir, para que elas não afetem de forma negativa, ainda mais as nossas vidas, hoje (“Ninguém pode me ferir sem o meu consentimento”- Eleonora Roosevelt).

Crescer emocional e espiritualmente é o grande desafio. Aproximar-se de Deus e receber o Seu amor incondicional, que nos liberta daquilo que nos prende, por meio das atitudes de terceiros (pessoas, meios de comunicação, eventos traumáticos, etc.) Jesus é a boa notícia que nos liberta, perdoa, e recupera a pessoa em sua totalidade (Jo 10.10Redenção).

Contamos com o dom do Espírito Santo, para nos renovar e fazer inteiros novamente, com seu poder regenerador (palingenesia: fazer de novo, novo nascimento). ”Se alguém está em Cristo, é nova criatura …” (2Co 5.17Regeneração).

O poder curador de Cristo está à disposição, para os “quebrantados de coração, a consolar todos os que choram, dar alegria, em vez de tristeza, louvor em vez de espírito angustiado” (Is 61.1-3). Ele carregou na Cruz todas as nossas dores e enfermidades, sejam elas físicas ou da alma (Is 53.4-6). É o pastor que nos dá o verdadeiro valor e nos acolhe em seus braços. “Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente” (Is 40.11).

Você aceita uma sugestão? Pesquise textos bíblicos para o seu crescimento espiritual, que falem sobre o amor incondicional, sobre o poder libertador, regenerador, curador e perdoador de Cristo. Você vai se surpreender com o carinho, fidelidade e amor de Deus, a todos que o buscam de todo o coração!

Autoria: Psi. Magali Leoto

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